quinta-feira, 8 de maio de 2014

Poesia - Tormenta de sentimentos

   O vento corta meu rosto, ao doce som do trovejar, um relâmpago corta o horizonte, e sou beijada por pequenas gotas de chuva, que antecedem a neve que está para chegar.
     Lágrimas escorrem de meu rosto, como a chuva escorre da nuvem, lágrimas quentes, chuvas frias, não há o equilíbrio e se houver eu não o encontro no trovejar dos sentimentos.
     A neve cai lá fora. Trovões carregados, fortes barulhos, assustadores ás vezes. Das nuvens já não saem gotas de chuva, mas sim, verdadeiras bolas de neve, lágrimas congeladas, como que para serem guardadas, ou reservadas para simplesmente poupar da mágoa.